Tem-se acendido em algumas cidades
séria disputa entre taxistas e o Uber. Afinal, a atividade desse se confunde
com o serviço público de transporte individual urbano? É necessário, para que
possa ser exercida, prévia regulamentação do Poder Público? Essas questões, de
certo modo superficiais, nos remetem para outra mais profunda: que nível de
ingerência na vida das pessoas e nas relações privadas se espera do Estado
moderno?
