Alguns dados do Poder Judiciário, publicados no relatório de produtividade do CNJ, podem causar perplexidade. Não é raro encontrarmos magistrados que proferem, num único mês, mil decisões e mais de uma centena de sentenças. Não pretendemos, com essa abordagem, incomodar o leitor com lamentações estéreis, nem muito menos movê-los a uma espécie de compaixão. Mas penso que esses números podem suscitar em todos nós um questionamento: que tipo de Justiça queremos?
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Os números da Justiça
Alguns dados do Poder Judiciário, publicados no relatório de produtividade do CNJ, podem causar perplexidade. Não é raro encontrarmos magistrados que proferem, num único mês, mil decisões e mais de uma centena de sentenças. Não pretendemos, com essa abordagem, incomodar o leitor com lamentações estéreis, nem muito menos movê-los a uma espécie de compaixão. Mas penso que esses números podem suscitar em todos nós um questionamento: que tipo de Justiça queremos?
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